Sexta-feira, Novembro 20, 2009
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
SOLUÇÃO OU MAIS UM PROBLEMA?
Quando o Premier Lopes(de péssima memória, ressalve-se)-1- denunciou sem rodriguinhos a armadilha pessoal em que fora enredado pela nuliade política que encimava o "estado" a que então se chegara, ocorreram dois episódios de petite histoire que denunciavam à evidência, o estado a que ainda se poderia chegar e em que se está. -2- O primeiro, visitava o estado a que se chegara, o Presidente da Bulgária, quando a nulidade, antes ou no decurso de uma jantarada oficial, falou em directo para a TV, quase tendo um chelique ao vivo, pois ao "desmentir" o Lopes desventurado, desmentiu-se, qual fedelho apanhado com a mãozinha no pote do mel,com os lábios lambuzados e cobertos do doce néctar.-3- O segundo episódio de hilariante memória foi o comentário do então primeiro candidato a deputado por Lisboa à anedota protagonizada pelo Lopes e pela nulidade, ao aftimar no Hotel da Lapa (este socialismo chic é um must) que o Lopes era um "atrevido" mal-criado. Desconfiei do tom, achei estranho o comentário desabrido e pensei para com o meus botões; se o Lopes é o que é, este é igual senão pior. Até então, por razões várias, simpatizava com o candidato, achava-o determinado e zeloso, parecia honesto despido até, das ridículas petulâncias habituais dos seus pares. -4-A desconfiança porém, não esmoreceu como aumentou, quando o candidato se pôs a fazer citações atrás de citações, de autores que pretensamente lera, em tudo quanto era entrevista a jornal e a telejornal. É que o "munus" "dedicado" à polítiquice e à intrigalhada impede que se gaste tempo a ler a aridez do Carlos de Trier, o seu discípulo Bernstein e os outros citados (mas nunca lidos), pelo que as tais citações de leitura feitas e juramentadas, pareciam quando muito, o Sr. Jaure a fazer ficção. -5-Entretanto li no "expresso" que o candidato era dado a fúrias e que, ao contrario do colérico S. João Bosco que nunca bateu nos seus discípulos, sempre que subia a mostarda ao nariz candidatável, não espirrava, outrossim, atirava com violência, isqueiros à cara das secretárias. Neste não votaria, pensei. -6-Sobreveio então a campanha eleitoral; uma miríade de promessas incumpríveis, a par da insinuação torpe e miserável do oponente, em torno de uma presumível homosexualiadade, foram o mote para a vitória que me pareceu merecida, apesar do oceano de dúvidas sobre o candidato e o seu carácter (que nestas coisas, conta tanto ou mais que as "propostas" políticas feitas ao eleitor). -7-Depois, já eleito, veio o discurso da aspirina,-8- a evidente falta de vocabulário para quem tanta literatura lê,-9- os dados biográficos aldrabados, -10-os mestrados das sanitas,-11- as licenciaturas da vergonha,-12- as cóleras em público,-13- o estilo rancoroso,-14- a pesporrência do poder sem a mínima autoridade, que as "boas e virginais almas" "confudem" com teimosia -15-e a manifesta incapacidade argumentativa, substituída sempre e a todo o momento, pela gritaria grosseira, que é o estilo da zanga entre comadres de soalheiro. Neste interim, sucedem-se as historietas e os boatos; -16-são as casinhas projectadas,-17- as empresas de combustíveis com felgueiradas e outros de igual espécie,-18- as amizades perigosas com ladrões e corruptos,-19- a familia enlameada em histórias pornográficas de licenciamentos comerciais, -20-apartamentos muito caros para parcos rendimentos declarados, carros de alta cilindrada incompatíveis com o deputal salário, e tudo mais que dispensa verbete. A esta montanha de boatos e histórias para maiores de 18 anos, respondeu o candidato eleito e nomeado Premier,-20- com vacuidades formais, sempre escudado na "verdade" procedimental mas nunca se escorando lá onde devia, para não temer nada nem ser refém de ninguém: nos factos, a realidade substancial. -21-Agora é a história da face escondida e as verdade oficiais que se chocam e atrapalham-se com as verdades oficiosas e particulares. Há, em resumo, no carácter do nomeado Premier, uma aparente inautenticidade preocupante, só desfeita se ele puser a boca no trombone e se se deixar de aflitivas mentiras sobre leituras que nunca fez, se esclarecer a porcaria da licenciatra que parece comprada, não estudada e feita, porque ofende quem estudou, etc, etc, etc. E que o faça rápido. Sob pena de ser tudo ficção, um filme de terror. Portugal é um país de pobres, de gente atrasada e analfabeta. Só estas razões seriam suficientes, para que os governos e o governantes, fossem pessoas sérias, autênticas, honestas, tão honestas que se alguém pusesse a sua honorabilidade em causa, não levava com um processo (em cuja prática, é o visado useiro e vezeiro)mas com um pau pelos costados abaixo, em sentido literal e sem dúbias interpretações; e sendo esse o caso, ao Premier caberia chamar as TV's para exibirem, em directo, ao vivo e a cores, as pauladas nos lombos dos atrevidos. Mereceria o Premier, aplausos e bis. Doutro modo...já não é só desconfiança e descrédito, é a total reserva mental. É que quando o homem fala e age, primeiro desacredita-se e depois se verá. Como foi eleito deputado e nomeado Premier, convinha autenticar-se; a pessoa consigo própria, para que a populaça não veja tudo como o míope as letras lá ao longe. Tudo desfocado. Lamentável? Humm, talvez risível.
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10:58 AM
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D' ACORDO COM O PAI FUNDADOR E COM A DRA.FERREIRA LEITE
Eu penso (acontece às vezes, poucas, o cogito) que o Pai "desta" nação tem toda a razão; retirar a la diable, uns míseros milhões de euros dos portugueses e contribuintes em geral cuja riqueza faz a inveja dos suecos e luxemburgueses e doá-los a "varas", caravanaçarais e troupes diversas, é um acto de pura compaixão, um gesto socio-caritativo de generosidade recomendável, a cuja (a generosidade) faz corar de vergonha os concorrente mais directos: a Caritas e o Banco Alimentar contra a Fome. Na mesma linha, o pleno acordo com a filha ainée "desta" nação, quando in illo tempore, falou em "crizezinha" (a dela), porque os factos estão à vista: a restante nação refulge de progresso, riqueza e optimismo. Vê-se.
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6:56 AM
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Sexta-feira, Novembro 13, 2009
DR. JEKILL, O BONZINHO, MR. HYDE, O MAUZOTE
"Oficialmente" o adorável Dr. Jekill não sabe de nada e sente-se insultado. "Particularmente" o mauzote do Mr. Hyde sabe de tudo. Confuso? Nem por isso.
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1:48 PM
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Terça-feira, Novembro 10, 2009
DAS ARTES MALABARES E DAS "CIENCIAS" JURIDICAS
A coisa,pelos vistos funciona assim: um juiz autoriza a bófia e quem manda nela, o MP, que sejam feitas escutas telefónicas, se fotografem e filmem indíviduos suspeitos de prática de crimes. No decurso deste tipo de operações policiais, um dos possuidores de telefone sob escuta autorizada, por suspeição de ser criminoso, por exemplo, conversa com um figurão qualquer (pessoa que aos costumes, é dada como sendo a virtude encarnada em criatura humana), cujas conversas não podem ser ouvidas e gravadas. Acontece que, para azar do virtuoso (há dias em que a virtude adormece ou mete férias) e para sorte do suspeito, que o diálogo entre eles travado, versa temas que podem configurar crimes. Gozando um dos dialogantes do apanágio de não poder ser escutado senão em circunstâncias especiais (mas esta história dos benefícios e apanágios não acabaram há 300 anos?), o eventual ou eventuais crimes flagrados são, em consequência, abortados, mortos ou enforcados, o que em langue de bois, se traduz por "anulados". Confuso? Claro. Mas Ciencia pura e cristalina!
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kabuenhapodre
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9:12 PM
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SE O RIDÍCULO MATASSE...
Douta, profunda, historicamente fundamentada, é a opinião de Sua Excelência, o Primeiro-Ministro a propósito da destruição do muro de Berlim, quando afirma: «Há muitos que dizem com justiça que as revoluções democráticas precursoras do movimento que levou à queda do Muro foram as revoluções ibéricas as revoluções democráticas em Portugal e em Espanha, e eu faço essa leitura histórica». Felizmente para Sua Excelência o ridículo não mata e pelos vistos, também não envergonha.
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9:20 AM
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
UMA PEQUENA HISTÓRIA
Se o camarada Nikita ordenou a construção do muro de Berlim em 1961, o contrário aconteceu em Novembro de 1989 pois que ninguém, absolutamente ninguém, deu ordens ou sugeriu sequer, que aquela parede infame fosse destruída. Acasos, meras coincidências.
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9:53 PM
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Sexta-feira, Novembro 06, 2009
The Wall (1962) / Berlin Wall Documentary Film Video
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4:20 PM
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
A republiqueta, melhor a plantaçon bananière, corrigindo ainda, o aido
Em França, de banana em riste, os gauleses manifestarama a Sarkô, o presidente com tiques de monarca e a Jean, o príncipe primogénito que, se o primeiro não é Napoleão nem dono de bananais, já o segundo, no mínimo, deveria ir estudar para que não possa um dia, orgulhar-se do seu curriculum escolar como certa figurinha de ópera bufa, mais a sul se ufana. Uff! Se a França, terra de trambiquices com os dinheiros públicos, já não admite os abusos praticados em nome de uma putativa grandeza inexistente, o que dizer então, da roubalheira infrene que se passa um pouco mais a sul? Fecha-se o tasco, passa-se o negócio aos vizinhos do lado ou chama-se a ASAE para encerrar o aido? República bananeira? Por favor, não vale insultar as Repúblicas onde se cultiva a nutritiva chiquita que todo o mundo manja. Haja respeito! Pelos bananais e pelas republiquetas onde medra tão maravihoso alimento. Quanto à pocilga, está tudo dito. Fechem o sítio porque em vez da banana, medra no aido o fedor do gamanço.
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8:36 PM
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Domingo, Novembro 01, 2009
DIA DE TODOS OS SANTOS
Hoje é dia de Todos os Santos, daqueles que não são lembrados todos los dias de todas las semanas. Amanhã é o dia de lembrarmos os nossos que já partiram. Até que nos encontremos todos.
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kabuenhapodre
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4:15 PM
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