domingo, novembro 10, 2013

AO BLOGUE, UM DIA DESTES, APERTE O FRIO E PARE A MIGRAÇÃO PARA O "FACE", HAVEMOS DE VOLTAR!

Amen

DIPANDA CHA CHA


segunda-feira, setembro 23, 2013

O ERRO NA DECLARAÇÃO DA REALIDADE CONHECIDA, "INCORRECÇÃO FACTUAL", FALSA REPRESENTAÇÃO DA VERDADE, PEQUENAS ASSIMETRIAS QUÂNTICAS, ALDRABICE, INDECÊNCIA

Há uns anos, um australiano que defende a transparência por meios radicais, ofereceu para publicação nos jornais, uma série de conversas escritas de e entre altos funcionários e políticos norte-americanos.
Desde então que se sabe que o actual Ministro é um péssimo gestor de bens alheios sendo para além disso, um rematado abusador do património doado pelos contribuintes americanos aos contribuintes portugueses e que devia, em função disso, pagar (e pagar muito caro) o mal que fez e o bem que estava obrigado a fazer e não fez.
Sabe-se agora também, que Rui Machete foi, segundo o que ele próprio alega, um idiota útil que os criminosos do BPN usaram para andarem por aí a prevaricar ainda mais descaradamente e sem medo.
Com a "incorreção  factual" expressamente declarada pelo próprio, relativamente à sua fortíssima ligação penalmente relevante ao BPN, Rui Machete declara de si próprio, não apenas ser um idiota, como pior, um imbecil desmemoriado.
O facto de ser um idiota e imbecil auto-assumido,  a somar à circunstância de outros o considerarem  um pródigo delapidador de património alheio, não impediram o próprio do Rui Machete de ser ministro e por essa função, ser pago pelos portugueses e seus respectivos credores.
Quer dizer, Machete é idiota, é imbecil, é alegadamente pródigo no que concerne aos bens dos outros e além disso, é um descarado sem limites.
Aquilo está pôdre, como aliás declarou o Rui, ele próprio.
PÔDRE!

 


       

segunda-feira, agosto 12, 2013

O CHEQUE E O ENSINO

O vouchezinho do Ministro Crato permite, favorece, incentiva e obriga a  que o "menino" pobre possa estudar no Colégio S. João de Brito ou nos Colégios do Fomento, se quiser, ao lado dos queques da "Linha" ou apenas alivia o orçamento mensal das familias dos meninos queques e salva por outro lado, as mafias que vicejam entre os escombros do actual sistema público de ensino (como aquela, entre outras,  que dominava ou domina o panorama "educativo" ali para os lados de Santarém, Caldas e Pombal)? 

quarta-feira, agosto 07, 2013

UM PAÍS PODRE(1)

Um destes dias, um Secretário de Estado (Sérgio Monteiro) afirmava que o Estado, via empresas públicas, celebrou no decorrer da presente década,  contratos de empréstimo com taxas de juro implícitas, próximas do 30 %. A ser verdade o que diz o Secretário de Estado, circunstância que está a anos-luz de ser garantida, o que causa perplexidade aos ingénuos e nojo aos sensatos, é que ninguém, absolutamnte ninguém, foi posto nos curros do Aljube ou da penitenciária mais próxima do local da residência de mandantes, signatários ou responsáveis por estes crimes. Ninguém.
Entretanto, um farsante como Isaltino Morais, mas sem pedigree, por crimezecos de pilha-galinhas, está dentro.
Há qualquer coisa apodrecida em todas estas mil historietas, que há décadas se vão contando.
         

quinta-feira, julho 25, 2013

UMA COMPRA OBRIGATÓRIA.


PAULO, O PANTOMINEIRO E AS BOAS NOTICIAS

No caos e miséria em que Portugal está mergulhado no nosso tempo  para viver e contar histórias, e estará e por várias gerações, há uma boa notícia entre outras horríveis. Um dessa futuras noticias horríveis, será a vitória eleitoral do Tó Zé, o Inseguríssimo idiota de serviço do PS,  a boa é que Paulo Portas, o maior pantomineiro da política portuguesa, vai desaparecer do mapa e das notícias. A não notícia é que Pedro Passos Coelho vai seguir Paulo o pantomineiro. Boa viagem! 

MARIA JOÃO AVILLEZ, UMA CRONISTA SOCIAL PROVINCIANA E SEM MUNDO, UM EXEMPLO TÍPICO (TYPICAL) DO PAÍS MERDIC

Maria João Avilllez dizia há 2 dias em conversa na SIC com o Crespo, que Álvaro Santos Pereira não conhecia o país,  ignorava a alma profunda dos empresários portugueses, ignorava de tôdo a política à portuguesa, em suma, era um emigrantezeco que caíu em Lisboa de pára-quedas, um hotentote que foi à escola, mas hotentote.

Maria João Avillez cujo nível de interpretação dos factos políticos está um pouco abaixo de uma cronista social medíocre e pouco acima da conversa de manicure, permite-se insultar um jovem talento português que nasceu em Viseu no próximo passado ano de 1982, licenciou-se em Económicas numa fuzeca universitária portuguesa, Coimbra, e que apesar deste handicap, conseguiu doutorar-se em Inglaterra e dar aulas a nível universitário, no Canadá.

Álvaro Santos Pereira, pela idade que tem, pelo curriculum que exibe (e que conquistou a estudar, a escrever e a dar aulas), pelo tempo que viveu em Portugal antes de emigrar e que dedicou a estudá-lo, não deve conhecer de facto, o  Portugal e os portugueses que Maria João Avilllez conhece e com quem se dá:

-uma gente desmiolada, frívola, com a noção que a política é a intrigalhada que se faz quando se joga canasta ou king (bridge é para quem tem miolos) e que julga que o mundo é ir, por exemplo a  Bayreuth, adormecer ao som da a música de um alemão chato, mas que vale bem a pena, pela excitação da exibição de vestidinhos flamejantes sem que por outro lado, tenha a mínima noção e interesse em saber, como se faz a vida e se organiza o dia a dia do camareiro que lhe indica a poltrona onde se senta para dormir enquanto ronca, ao som de Wagner (aquilo que é, em suma ter mundo).
    
Admito que Álvaro Santos Pereira não conheça bem ou se tenha equivocado sobre a mentalidade provinciana e boçalóide dos portugueses de Cascais, tal como tenho a certeza que Maria João Avillez desconhece em absoluto o que é o Ser português.
Tenho quase a certeza que Álvaro Santos Pereira desconhecia ou estava equivocado até há pouco, que os portugueses que Maria João Avillez conhece têm como cume da fruição intelectual, discutir penteados, a cor das unhas, o número de amantes que uns e outras têm, ouvir uns fadunchos roufenhos, ir à touradas e pouco, quase nada mais (nesse nada inclui-se uns roncos a dormitar em Bayreuth enquanto se tocam e cantam as notas do Parsifal).

Tenho ainda a certeza que Álvaro Santos Pereira desconhecia que os portugueses que Maria João Avillez conhece (e que são algumas centenas de milhar de poltrões anafados), têm como religião oficial a corrupção e como padrão de sucesso material e espiritual, a  lista de cunhas que conseguem amealhar e ou oferecer como contrapartida e meio de troca.

Se conhecesse, o Álvara Santos Pereira não se metia nestas aventuras ministeriais até porque se sujeitava a ser corrido por eles, como foi.
 
É este grupo restricto de portugueses que ousa e permite que uma medíocre croniqueira social possa ser uma incontornável comentora política. E é por pertencer a este pequenino grupo de portugueses descaracterizados que se confunde a si mesmo com o todo, que Maria João Avillez se permite e possa dizer todos os dislates e imbecilidades que diz, sobre milhões de portugueses, os emigrantes, a propósito de um deles e  dos mais talentosos, o ex-Ministro Álvaro Santos Pereira, o ignorante da sofistiscação à cascaense.
Além disso, sem as "remessazinhas" dos trogloditas desconhecedores de Portugal, do Álvaro Santos Pereira e dos seus compatriotas emigrantes, talvez nem a Avillez pudesse ou ousasse dizer disparates.
É que o castelhano dela, é mais horrível que o cascaense que fala.

PS
E já agora, Álvaro Santos Pereira, antes de se despedir e de mudar de nacionaliade (coisa que avisadamente deverá fazer) deveria pegar no trombone. soprar as notas que sabe, na Imprensa, rádios e  Têvês. Pelo menos assim, os portugueses ficavam a saber aquilo que Álvaro sabe e que a Avillez por conveniência, sempre desconhecerá.

PS2
Foi ridículo ver a Avillez a fingir-se de ignorante sobre a vergonhosa opinião que os americanos têm e de há muito tempo, de Rui Machete, o Ministro dos Negócios Estrangeiros de um país fala-barato e ignorantolas, que se diz, também virado para o Atlântico.
Só de imaginar o que se diz no desk sobre Portugal da Secretaria de Estado dos EUA, deveria levar todos os portugueses emigrantes a sentirem uma imensa vergonha e a cogitarem seriamente se as suas remessazinhas devem continuar a servir para pagar uma parte das despesas em festarolas e boçalidades dos cascaenses, seus comensais e tropa comanditada.
Tenho a certeza que os cascaenses, na sua destemida falta dela, "desconhecem" todas esta indecorosa, entre outras, história do Machete, o sage à cascaense.
O Álvaro Santos Pereira e a emigrantada, esses podem ser ignorantes, mas sabem.    

        

quarta-feira, julho 24, 2013

INDECÊNCIA (O PAÍS MERDIC)

Rui Machete é conhecido por ser um bom jurista, isto é, alguém que estuda. Julgo até que lê e fala alemão.
Acontece que foi guarda  ou soldato-alerta de um covil de ladrões, o "grupo" do BPN . Porventura Rui Machete defender-se-á desta manchita no curriculum, invocando ingenuidade e boa-fé: julgava que no covil se reuniam escuteiros que discutiam a qualidade e o número das boa acções (as BA, segundo a linguagem do escutismo) a praticar ou praticadas.
Não sei por outro lado, se na Presidência da FLAD, Rui Machete praticou  o mais puro e descabelado cabritismo e estoirou a maçaroca oferecida pelos americanos (e que é para desenvolver os portugueses), em despesas ridiculamente sumptuárias, como vozes várias invocam.
Mas o assunto BPN, ressalvadas as invocadas prodigalidades na FLAD que são só por si todo um programa, as funções exercidas por Rui Machete no tal covil de escuteiros, essas sim, requerem no mínino que quem deveria perseguir e provar actos criminosos e punir os criminosos, chamasse Rui Machete oferecendo-lhe a possiblidade de explicitar a sua "narrativa". como tetstemunha, "testemunha assistida" (figura existente em sistemas processuais dignos desse nome) ou, sendo a negligência na sinecura, demasiado picante, arguido.
Em vez disso, foi convidado, aceitou (e quem de poder que tão abundantemente nega tê-lo, nada opôs), ser Ministro dos Negócios Estrangeiros.
País Merdic...
 

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